O futuro do varejo



Muito se fala sobre o futuro do varejo e, de fato, sobre o que estamos vendo à nossa volta em termos de mudança. Da rápida substituição de lojas físicas por lojas online até os recordes em fechamento de metros quadrados comerciais nos Estados Unidos e Europa, passando por robôs assistentes e lojas sem atendentes, tudo muda o tempo todo no comércio também.

Sou assinante do Prime, dependente da Alexa e acho que, nos últimos anos, a Amazon passou a saber mais de mim do que meu pai e minha mãe, mas não acho muita graça nisso, não.

O ponto é que eu sou testemunha, quase que diariamente, de conversas entre dirigentes de grandes empresas em que esses reclamam das mudanças aceleradas em seus mercados. Para ser justa: quase metade reclama, quase metade fica boquiaberta. O restinho que sobra, quer discutir a relação, em vez de tomar atitudes.

Enquanto isso; Prime Day.

Em tempo. Enquanto isso; Airbnb se torna agente de viagens, Uber relança na Holanda e Inglaterra, Dell diz que vai abrir capital de novo e uma empresa que quase ninguém conhece chamada Juul levantou US$ 1,2 bilhão e começa a dar dor de cabeça nas gigantes do tabaco.

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