De onde vêm as boas ideias



Fernanda Romano, sócia da Malagueta, é colunista na Época Negócios e escreve às sextas-feiras. Confira:

 

Se tem um assunto que me fascina é a criatividade. Teve uma época em que eu queria entender como o cérebro funcionava a qualquer custo e lia tudo o que tentasse explicar isso. Minha curiosidade não era sobre a “máquina” em si, mas, sim, sobre o funcionamento da mesma; seu sistema operacional.

 

Parece uma pergunta banal, mas o que me atraía era a tentativa de responder de onde vêm as ideias e, ao entender esse processo, descobrir se seria possível treinar o cérebro para produzir mais e melhor. Uma pessoa nasce Leonardo Da Vinci ou se torna Da Vinci? Será que a Kara Swisher tem razão quando diz que, possivelmente há nesse momento uma menina em uma cidade no meio do continente africano que poderia curar o câncer, mas isso jamais acontecerá porque ela não tem acesso aos recursos necessários para desenvolver sua inteligência?

 

Tem uma frase atribuída a John Cleese que eu adoro : “A gente não sabe de onde vêm nossas ideias. O que sabemos é que elas não vêm dos nossos computadores.” Eu não sei qual o contexto desse ponto de vista, mas me dou o direito de imaginar que ele falava que não deveríamos delegar a capacidade de originar pensamentos aos computadores, ainda que sejamos dependentes deles em muitos momentos.

 

Confira o texto na íntegra aqui.